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Avril compartilha informações sobre seu novo álbum e assina com a BMG

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“É o 15º aniversário do single Complicated e nós nunca nos sentimos tão velhos,” é assim que a revista britânica Attitude abre uma matéria bem sincera publicada em seu site na noite de ontem, 15.  Analisando fatos da carreira de Avril Lavigne, a reportagem possui um título polêmico e acreditamos ser uma boa reflexão para todos. Acompanhe a tradução completa abaixo.

Quando a rebelde canadense chegou à fama, ela foi considerada a anti-Britney, a menina para te proteger se você não se encaixava perfeitamente na escola. Sua mensagem ressoou com fãs em todo o mundo, e seu álbum de estreia Let Go, passou a se tornar um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.

Sua popularidade continuou com o lançamento de seu segundo álbum, que perdeu a inocência adolescente de seu primeiro disco e tomou um rumo mais obscuro, a medida que a estrelacomeçou a mergulhar mais profundamente em seus medos e emoções, assim a transição dela para se tornar uma adulta.

Então com apenas 21 anos, a escrita das canções de Avril exploraram mais temas adultos, incluindo o abuso, a falta de abrigo e a depressão. Enquanto outras estrelas pop cantavam sobre como obter ‘paquera’ no clube, Under My Skin representou um lado do pop que tinha sido perdido com a ascensão meteórica do pop adolescente no final dos anos noventa.

Com seus álbuns vendendo baldes cheios e os críticos ainda adorando ela, você seria perdoado por pensar que a estrela ficaria presa à fórmula que estava funcionando tão bem para ela. Mas Avril, não.

Menos de três anos depois de Under My Skin, Avril voltou com o recordista dos charts, Girlfriend, que marcou uma grande mudança no som dela. Diferente do anti-Britney do passado, e imersa na ideia de uma mulher que abraçou sua sexualidade, amou usar homens e também *pasmem* começou a vestir saltos altos, ao invés de Converse.

Foi aqui que, apesar de The Best Damn Thing ser um dos álbuns mais vendidos de 2007, seu trabalho começou a ser visto como uma piada. Mas nós argumentaríamos que, apesar da mudança, ela sempre permaneceu Avril em sua essência. Incontáveis estrelas pop masculinas têm se reinventado ao longo dos anos, mas quando uma mulher entra em idade adulta e começa a abraçar a sua sexualidade, as pessoas simplesmente não conseguem lidar. As alegações de que ela era falsa, forçada e “embaraçosa” tem a seguido desde então, e dez anos após as pessoas ainda parecem considerá-la uma “vendida” por, você sabe, crescer. 

Seus álbuns seguintes, o atrasado Goodbye Lullaby e seu aclamado disco auto-intitulado, mostraram uma grande queda nas vendas para a estrela, como se muitos dos fãs a tivessem abandonado. Porém, é notável que ela continuou sendo aclamada pelas críticas.

Claro que sua marca de cantora pop-punk, em meio a esse crescimento de um pop tropical, desapareceu quase que completamente. Mas não existe razão alguma para que, com o single certo, o público a receba de braços abertos.

Essa é a mulher que escreveu e co-escreveu todas as musicas de seus álbuns. Sem ela, nós não teríamos músicas de coração partido como a I’m With You, músicas sem remorso como Gilfriend ou músicas tão animadas como What The Hell.

As sugestões que a imagem dela precisa de uma repaginada, é completamente compreensível, porém os comentários que ela não amadureceu musicalmente são completamente inválidos. Essa é a mulher que poderia facilmente fazer algo no estilo do álbum 25, da Adele, e ela provou e prova sempre que graças a seu talento musical (escrita e canto) que é ela é suficientemente capaz de criar um CD voltado para um público adulto e maduro.

Mas, por que ela deveria fazer isso? Por que ela não pode simplesmente continuar sua maneira “Avril” de ser e criar um material pop, porém, maduro e novo?

Seu álbum auto-intitulado, lançado em 2013, é considerado, inclusive pelos críticos, superior ao que ela tinha criado de novo. Esse álbum tem um dos seus melhores singles, o hino Rock N Roll, no qual ela declara que não importa o que você esteja pensando, ela não vai mudar o jeito que ela faz música por ninguém: “Eu não me importo se não me encaixo, eu gosto disso mais do que essa merda hipster. Eu sou a p**** de uma princesa e você ainda ama isso!”  

Independente dos motivos que fizeram vocês terem desistido desse ícone lendário, a Avril está retornando em 2017 com um novo CD e nós achamos que esse é o momento para as pessoas darem mais uma chance a ela.

A matéria original, em inglês, você confere AQUI.

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Rafael

Diretor de Redes Sociais e Redação do AVRILMIDIA.com.
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