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Assista "Head Above Water", novo videoclipe de Avril Lavigne

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Nem parece verdade, mas Avril Lavigne está mesmo de volta! A cantora finalmente lançou o tão esperado videoclipe de sua nova música, Head Above Water. Dirigido por Elliot Lester, o vídeo traz a artista cantando sua experiência com a doença de Lyme em meio a cenas filmadas em estúdio e...
Avril Lavigne publica carta aberta aos fãs e anuncia o novo single "Head Above Water"

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O novo single de Avril Lavigne intitulado Head Above Water está oficialmente confirmado para o dia 19 de setembro! Leia abaixo a tradução da carta publicada pela cantora: “Estou muito feliz por finalmente poder anunciar o primeiro single do meu novo álbum juntamente com a data de lançamento. Cinco anos...

Em nova entrevista para a Vogue da Alemanha, Avril Lavigne relembrou alguns rótulos que ganhou durante a carreira, comentou sobre seu estilo, variações no som de sua música e o tão aguardado novo álbum Head Above Water, que será lançado em 2019. Confira a tradução completa abaixo:

Cinco anos se passaram desde que seu último álbum foi lançado. É fácil para você tomar uma nova direção após esse tempo?

Primeiro de tudo, eu queria voltar às minhas raízes.

Você provavelmente não está se referindo aos tempos de ‘garota skatista’…

Exatamente! Desta vez, é um tipo de música mas simples e honesta. Sem muita produção, apenas com o uso de instrumentos reais. Tem muito piano, um pouco de bateria, e principalmente a minha voz de forma bastante pura. Ok, mas é claro que ainda gosto de rock ‘n’ roll! No novo disco também inclui uma faixa com guitarras bem barulhentas. Mas tudo gira em torno dos meus vocais mesmo, não de um som que é possível alcançar artificialmente. Talvez seja por isso que se tornou um trabalho tão diversificado.

Você também compôs com o uso de tantos instrumentos diferentes?

Eu acho que nunca foquei em um álbum com tanta antecedência como agora. Reuni muitos sentimentos e pensamentos comigo mesma. Foi preciso tempo e energia para traduzir isso em músicas. Eu sentei por horas ao piano. Foi um processo mais fácil no começo do que quando já iniciava com guitarras. Isso veio depois!

O violão parece ser parte do que você chama de suas raízes. Quando criança, você costumava cantar em uma igreja, logo depois na adolescência também deu investidas na música country ainda no Canadá, certo?

Eu amava fazer tudo aquilo. Para mim, quando eu cantava, era como rezar! Eu tive que me emancipar nessa área, talvez também tenha sido como uma espécie de libertação. Tenho essa sensação sempre quando escrevo minhas próprias músicas.

Head Above Water soa exatamente assim.

De certa forma, sim. Mas eu gosto de tantos tipos de música hoje em dia. Acredito que meu novo álbum também tenha uma vibe meio jazz, meio Motown. Talvez funcione um pouco como um musical, sabe.

No entanto, o punk rock não parece mais ser tão presente neste seu musical. No início da sua carreira, você foi classificada como uma garota-propaganda do gênero, embora tenha dito várias vezes que nunca foi nada disso.

Pois é, de novo essa história! Eu agia como um moleque e era um pouco rebelde. Uma certa atitude punk estava lá, isso também era presente no tipo de estilo que eu gostava. Mas eu sempre soube que a música que faço não tem qualquer relação com esse meio musical, eu nunca disse o contrário. É possível notar algumas influências, mas nada mais que isso.

Atualmente, o seu estilo de roupa reflete essa nova diversidade e liberdade que você pretende mostrar musicalmente?

Essa é a minha reivindicação! Acima de tudo, o que está oficialmente no álbum não é só um visual. No clipe de Head Above Water, usei um vestido longo e esvoaçante. A peça era branca, com um ar meio inocente, que parecia algo tão libertador! Como um reboot. Esse é o ponto que tenho focado agora. Meu novo disco também é muito descontraído e “bonito”, por assim dizer. Eu tinha um interesse muito grande em refletir isso. Na contramão, sou uma pessoa muito espiritual. O simbolismo atemporal do vídeo, junto ao mar e a água, encaixa muito bem todas essas influências.

Algumas influências dos anos 70 também parecem desempenhar um certo papel no seu estilo.

Ah, sim, eu amo os anos 70! Meu ícone do estilo é a Brigitte Bardot. Também tenho algumas semelhanças com ela, como o cabelo comprido e loiro , por exemplo. Adoro usar maquiagem pesada ao redor dos olhos, mesmo que hoje, é claro, não tenha nada a ver com o que usei em meus supostos tempos de punk rock!

Hoje, nas redes sociais, você costuma publicar imagens suas de forma bem selecionada. Inclusive, em agosto, deletou quase todas as postagens anteriores de sua conta no Instagram recomeçando do zero.

Estar no controle é importante, e isso é o que eu mais gosto nas redes sociais! Tudo acontece de forma tão rápida. Se eu quiser dizer algo, apenas vou lá no meu perfil e publico. Talvez isso seja o que considero como algo planejado. Na verdade, a proximidade com meus fãs tem um papel importante para mim. O que eu posto é um trabalho mais profissional, mas sempre totalmente honesto!

Você se tornou uma pessoa mundialmente conhecida antes da era do Instagram. Acha que teria sido mais fácil ou mais difícil se surgisse hoje no mercado como artista?

Acredito que muito mais fácil! Quando eu tinha 17 anos, tive que dar milhões de entrevistas, viajar para várias cidades diferentes, tocar em muitas estações de rádio… Tudo isso só para o mundo me conhecer! Porque eu era nova no ramo e ninguém sabia nada de mim, eu tive que trabalhar muito! Hoje, isso é uma realidade muito menos presente para pessoas criativas. Todos podem simplesmente conhecê-las e amá-las com o uso da Internet. Mas é engraçado porque nunca pensei nisso, sabe. É engraçado. Tudo tem que ser como é.

Dica: Relembre esses e outros tópicos discutidos por Avril Lavigne em Changes, o documentário que lançamos em homenagem aos 15 anos de carreira da nossa canadense preferida, em 2017:

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