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Em sua melhor entrevista nos últimos anos para o jornal suíço Aargauer Zeitung, Avril Lavigne fala sobre o processo de criação do novo álbum. A garota skatista retorna como uma mulher madura de 34 anos com o trabalho mais profundo e adulto de sua carreira. Confira a tradução completa do bate-papo:

Bom dia, Avril. Você deve ter acordado cedo.
Bom, aqui em Los Angeles já é pouco mais de 10 horas da manhã, não é necessariamente cedo. No entanto, sou uma pessoa muito noturna, assim como a maioria dos meus amigos. Inclusive, trabalhei nas novas músicas desse disco no início da noite ou pela madrugada.

O que o novo álbum significa para você?
Significa muito! Marca o renascimento e o início da segunda parte da minha carreira e da minha vida. Sk8er Boi foi o começo, e foi o som que dominou a minha música por quase 15 anos. Head Above Water é realmente um novo capítulo, em todos os sentidos. Já passei por tanta coisa, cresci!

O processo de início da sua recuperação levou mais de dois anos. O que você tira como lição desse tempo? 

Estou feliz e grata por ainda estar aqui e por ter tido minha música ao meu lado, que muitas vezes senti que foi o que me manteve viva, pois dessa forma consegui me levantar e me arrastar até o piano ‘derramando o meu coração’ nas letras.

Você compôs Head Above Water quando pensou que estava morrendo, né.
Sim, houve uma noite em que pensei que estava sufocando e me afogando. Minha mãe estava na cama ao meu lado e me segurou. Estranhamente, de alguma forma, encontrei a paz com a morte. Orei a Deus para que ele mantivesse minha cabeça acima da água. Foi o momento em que quis escrever músicas pela primeira vez em muito tempo. Era como se eu tivesse encontrado uma fonte borbulhante.

Como você tem voltado ao normal?
É um processo muito devagar. Primeiramente, quando se está em uma situação dessas, a gente percebe o quão importantes e grandes são as pequenas coisas da vida. Eu ficava pensando: “Cara, gostaria muito de ir à cozinha e me fazer um café”. Por dois anos, não fui capaz disso. Na época, queria também ter um jantar acompanhado de uma taça de vinho, visitar meus amigos ou apenas entrar no carro e dirigir até algum lugar.

Então, de pouquinho em pouquinho, você recuperou sua vida normal?
Ainda não. O caminho tem sido cheio de altos e baixos. Tenho dias bons e ruins no qual percebo que preciso desacelerar. Não sou mais aquela antiga “supermulher”, mas em contrapartida, eu luto! O ‘copo’ está certamente mais cheio do que vazio.

A “supermulher” que você fala, está retratada no seu álbum em canções como Warrior, na qual você canta que vai ganhar a batalha e nunca desistir.
Sim, não vou deixar essa situação me derrubar! Quando a vida é dura conosco e nos joga pedras e o mundo inteiro parece entrar em colapso, sei que o melhor a se fazer é manter a calma, respirar e deixar esse momento de pânico passar. Não estou falando apenas da minha doença, isso se aplica a todos os desafios da vida.

Seu último sucesso, há seis anos, foi Here To Never Growing Up. Por muito tempo, você construiu sua carreira sobre ser a jovem profissional, skatista e moleca. Isso acabou?
Sim, isso é bem verdade! Claro, ainda tenho um lado muito rock’n’roll em mim e ainda faço coisas “infantis”, como andar de skate pela casa.

Os últimos anos tiveram uma grande contribuição para que eu não fosse mais uma garotinha, e sim uma mulher adulta. Às vezes, coisas sérias acontecem e nos fazem amadurecer. No entanto, não quero levar a vida muito a sério.

De qualquer forma, o pop-punk certamente não está neste disco. Ao invés disso, músicas como Crush e Goddess vão claramente em direção ao soul e ao jazz.
Sim, você está certo. Fiz pop-rock por 15 anos. Tudo tem seu tempo. No novo álbum eu queria, acima de tudo, cantar expressando minha voz e meus sentimentos.

Sua voz não foi afetada pela doença. Você ainda canta tão alto e apaixonadamente como sempre.
(Risos) Obrigada. Sim, eu realmente dei tudo de mim, me entreguei nessas músicas.

Você está nua na capa do álbum, com seu corpo coberto apenas por um violão. Por quê?
Porque me descobri completamente nessas músicas. Sem qualquer vergonha.

Compor é uma forma de terapia para você?
Sem dúvida! Em casa, no piano, no violão, enfim, enquanto escrevo, é quando me sinto mais feliz e saudável. Foi um marco para mim quando finalmente voltei a trabalhar em estúdio. Espero que as novas músicas encorajem outras pessoas e as ajudem em seus tempos difíceis.

Qual é o tema de Tell Me It’s Over, sua atual música de trabalho?
Um relacionamento que chega ao fim, ainda que se tenha encontrado o cara certo e esperto, que realmente não tinha interesse em acabar com isso.

Você se casou duas vezes. Já vivenciou a história dessa música?
Deus! Claro que sim! Não se pode deixar as coisas seguirem assim e aguentar firme, pois não faz bem algum. Às vezes, a química entre duas pessoas é tão intensa que é preciso acabar tudo de uma vez por todas.

Você está com disposição para um novo relacionamento agora? Está saindo com  alguém?
Não quero falar sobre isso. O amor é sempre muito importante para mim, mas minha vida amorosa deve permanecer privada. Talvez algum dia eu conte mais sobre isso, mas por enquanto, não!

Uma das novas músicas se chama I Fell In Love With the Devil. Quem é o diabo pelo qual você se apaixonou?
Sou uma pessoa que nunca, nunca trairá! (risos), mas posso dizer que essa música veio de uma experiência ‘feroz’. Na época, eu estava realmente com medo, ainda enfraquecida, vulnerável e insegura. Então essa pessoa veio até mim. É o que chamam de “relação tóxica”. A única coisa boa é que não demorou muito. Saí fora rapidamente. E como muitas vezes já aconteceu comigo, tudo acabou evoluindo para uma canção.

A canção mais alegre e mais leve do álbum é Dumb Blonde. Qual é a mensagem dela?
Cara, de fato, eu saí com um homem que parecia ter ódio das mulheres. Sério, não é uma piada! Ele me disse: “Você é apenas uma loira burra”. Eu fiquei: “Obrigada, idiota, outra ideia para uma música!”. Dumb Blonde é sobre os caras que não conseguem lidar com mulheres fortes, independentes e autoconfiantes. Aqueles que querem acabar com elas por causa de suas próprias inseguranças e de seus complexos. Mas o fato é que todo homem deve ser feliz quando uma mulher também está. Eu não entendo isso! Também não quero um cara na minha vida a quem eu me sinta superior e a quem eu também tenha que mandar. Nem pensar! Os homens, às vezes, são um mistério para mim. Tudo o que sei é que amo as pessoas, sejam mulheres ou homens, que têm suas opiniões e defendem suas próprias convicções.

Você o amaldiçoou? 
(Risos) Eu acho que essa música será o suficiente para ele.

Head Above Water será lançado em 15 de fevereiro de 2019. Faça já o pre-save nas plataformas digitais e garanta sua cópia em CD ou Vinil através do site oficial da canadense. Dois dólares de cada compra serão doados para a The Avril Lavigne Foundation, incluindo o dinheiro arrecadado em uma camisa em edição limitada. Os lucros serão investidos no tratamento de pessoas portadoras da doença de Lyme, que de outra forma não poderiam custeá-lo. As vendas nas lojas do Brasil devem começar em breve!

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