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Ouça "Head Above Water", o novo álbum de Avril Lavigne!

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Assista "Tell Me It's Over", novo videoclipe de Avril Lavigne

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Avril Lavigne acaba de lançar um novo videoclipe! Tell Me It’s Over foi escrita pela própria artista com a ajuda dos co-compositores Melissa Bel, Ryan Cabrera, Johan Carlsson e Justin Gray, e também já está disponível nos principais aplicativos de streaming e download. Horas antes de lançar a nova canção, Avril publicou uma...
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Changes?: documentário em homenagem aos 15 anos de carreira de Avril

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Projeto especial no ar! Há 15 anos, no dia 14 de maio de 2002, Avril Lavigne lançava seu single de estreia chamado Complicated e dava o pontapé inicial no que viria a ser uma longa e bem sucedida carreira. Mas, de lá pra cá, muita coisa mudou. Quando Avril surgiu...

Avril Lavigne concedeu uma entrevista a jornalista Ilana Kaplan para o Entertainment Weekly. Ela falou sobre crescer musicalmente, o estado de sua saúde e até daquela famosa teoria da conspiração envolvendo seu nome. Leia a tradução completa da conversa da artista canadense com a revista:

Aqueles que testemunharam a estreia de Avril Lavigne no mundo da música com Let Go em 2002, podem se surpreender ao ouvir que a cantora, em 2019, escuta jazz e soul music todos os dias. Esses tipos de música influenciaram boa parte das canções do novo disco dela, que diferente do que saiu em 2013, troca os sons de guitarra e bateria por uma experiência mais despojada, e bem menos orientada ao pop, com algumas breves exceções, como Dumb Blonde: “Eu precisava evoluir musicalmente e não fazer a mesma coisa pop-rock de sempre!”, ela explica.

A jornada até o sexto álbum não foi nada fácil para Lavigne, que em 2015 revelou ter sido diagnosticada com a doença de Lyme: “Foi doloroso encarar isso e, às vezes, não gosto de tocar nesse assunto, mas transformá-lo em música e espalhá-la por aí na intenção de ajudar outras pessoas tem sido algo bom”.

Eu sei que esse álbum demorou mais do que o esperado para sair. Qual é a história por trás do atraso?
A parte engraçada é que eu estava pronta para gravar, mas demorou muito tempo para que eu encontrasse os produtores que se encaixassem bem com o projeto. Já havia composto todas as músicas e a maioria desses profissionais não querem lidar com canções que estão completamente escritas, então foi tipo: “Quem será que nós poderíamos convidar para embarcar nisso conosco?”. Tentei produzi-lo com diferentes pessoas até que desse certo. Tudo porque sou muito próxima da minha música e tenho visão, portanto a produção acaba sendo uma grande parte do processo, que é demorado e acaba sendo bem diferente dos de artistas que recebem as músicas prontas.

Como Head Above Water acabou sendo o primeiro single?
Foi uma das primeiras músicas que escrevi para esse álbum, junto de Warrior, ambas sobre o estado da minha saúde. Eu e toda a equipe, incluindo gravadora e minha empresária, achávamos que deveria ser o pontapé inicial, já que fala sobre o que passei nos últimos anos. É tão poderosa, emocional e muito especial para mim!

Comparado aos seus discos anteriores, sinto que esse novo é muito mais focado nos vocais. Me fale sobre a direção que você queria seguir.
Meu desejo era fazer um álbum focado nos vocais para que todos pudessem realmente ouvir as letras e sentirem a emoção por trás delas, porque às vezes, a música pode ser um pouco arrogante. Eu só queria cantar! Então foi legal explorar sons diferentes do meu como nas faixas Crush e Tell Me It’s Over, que trazem um pouco do estilo clássico e influências do jazz. Senti como se estivesse voltando às minhas raízes, pois comecei me apresentando na igreja e no teatro musical antes de começar a escrever minha própria música. Foi bom ter tempo para escrever para mim mesma e ainda mais porque tive alguns anos bem loucos.

Você disse que chegou a um ponto em que pensou que ia morrer por causa da doença. Como conseguiu passar por isso?
Aquela noite foi tão ruim! Eu só pensava: “Acho que não vou conseguir”. Acredito que estava prestes a morrer mesmo porque tive esse estranho sentimento de: “É como se eu estivesse em um penhasco prestes a cair, e está escuro aqui”. Me vi submersa me afogando, em busca de ar. Foi quando literalmente disse: “Deus, me ajude a manter minha cabeça acima da água”. Eu não estava nem pensando em música, simplesmente aconteceu.

Como está sua saúde agora?
Cheia de altos e baixos. Tenho dado o meu melhor para manter um estilo de vida saudável: comer e dormir bem, malhar… Definitivamente tenho que manter o ritmo. Mas, ao mesmo tempo, tenho minha vida de volta agora: já sou capaz de fazer música e videoclipes. Cheguei tão longe!

Com esse disco, você sentiu que precisava convencer as pessoas de que cresceu?
Não sinto a necessidade de convencer as pessoas de qualquer coisa. Acho que depois do que passei, só estou fazendo música hoje porque eu amo e porque me faz feliz. Estou fazendo isso por mim mesma! Também estou ansiosa para lançá-las, pois sei que meus fãs estão esperando.

Dumb Blonde é uma das músicas mais radiofônicas do disco. Qual é a história por trás dela?
É baseada em algo que realmente passei. Tive uma experiência com um homem que me chamou de “loira burra”. Logo pensei: “Ooh, isso é um bom conceito e um bom título”. Esse misógino se sentia intimidado pela minha independência. Era muito injusto. Mulheres que são fortes, líderes ou pessoas de opinião, não devem se sentir mal por isso. Os homens precisam apenas aceitar, e não colocá-las para baixo por causa de suas próprias inseguranças. É disso que se trata essa canção.

Birdie é uma belíssima faixa, que me parece inspirada no soul e em Memphis. Como essas influências se encontraram?
Tive esse conceito na minha cabeça por uns dois anos antes de começar a escrevê-la. Estava me sentindo mal e ficava dizendo para mim mesma: “Sinto que sou um pássaro preso em uma jaula. Sinto que estou na cadeia”. Eu estava presa a uma série de coisas. É daí que vem a ideia dessa canção! Não é necessariamente sobre minha doença, mas sobre outras coisas da minha vida. Eu amo essa música, pois tem uma mensagem poderosa sobre se reerguer, fazer algo sobre essas situações, assumir o controle e encontrar uma saída. Acho que muitas pessoas podem se identificar com isso, seja por estarem em um relacionamento tóxico ou simplesmente infelizes com o próprio trabalho.

Além de buscar ficar saudável, o que mais você esteve fazendo entre esse e o álbum anterior?
Tenho pintado bastante, venho saindo em encontros e também estado muito tempo com a minha família. Quando se passa por algo assim, realmente vemos quem são nossos verdadeiros amigos. Muitas pessoas se afastaram de mim porque eu já não era mais a “garota festeira”. Passei a precisar mais dos meus amigos e da minha família. Necessitava de apoio, e foi uma grande surpresa em geral. Essas foram apenas algumas das muitas lições de vida. Adquiri outra perspectiva sobre as coisas, mas cheguei longe! Não consegui sair da cama por quase dois anos, e ainda há dias em que não consigo. Então, lançar músicas que significam tanto para mim, me deixa animada!

Você se cadastrou em algum desses aplicativos de paquera desde que voltou a sair em encontros?

Não, não houve necessidade. [Risos] Eu não tenho um problema nisso.

Já há alguns anos, as pessoas falam sobre uma teoria de conspiração que diz que você morreu, e que uma cópia idêntica sua chamada Melissa tomou o seu lugar! Vendo essa história viralizar, de que forma isso te afeta pessoalmente?
Isso é apenas um boato idiota da internet e estou espantada com o fato de que as pessoas realmente estão ligadas nisso. Não soa estranho? É tão idiota! E eu pareço exatamente a mesma. De um lado, todo mundo fala: “Oh meu Deus, você é o mesma!”, enquanto que do outro, dizem: “Meu Deus, ela morreu!”.

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