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Assista ao novo videoclipe de Avril Lavigne, "I Fell In Love with the Devil"

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Uma das melhores faixas do novo disco de Avril Lavigne acaba de ganhar um videoclipe! Dentre as inéditas, a canção também é a favorita da canadense, como ela mesma contou em post no Instagram, depois de surpreender os fãs com uma performance não anunciada da música no programa de James Corden...
Ouça "Head Above Water", o novo álbum de Avril Lavigne!

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Head Above Water, o sexto álbum de estúdio de Avril Lavigne, finalmente foi lançado! Após mais de 5 anos de espera, a canadense nos presentou com 12 canções inéditas, incluindo uma parceria inesperada com Nicki Minaj na versão digital do disco, e, mais uma vez, junto de seus colaboradores, esteve à...
Changes?: documentário em homenagem aos 15 anos de carreira de Avril

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Projeto especial no ar! Há 15 anos, no dia 14 de maio de 2002, Avril Lavigne lançava seu single de estreia chamado Complicated e dava o pontapé inicial no que viria a ser uma longa e bem sucedida carreira. Mas, de lá pra cá, muita coisa mudou. Quando Avril surgiu...

Avril Lavigne entrou em sua primeira turnê após uma longa pausa de 5 anos. A artista, que chegou a pensar que não poderia voltar a fazer shows devido a doença de Lyme, estreou um novo espetáculo, Head Above Water.

As apresentações (boa parte com datas esgotadas) aconteceram nos Estados Unidos entre setembro e outubro de 2019. Em março e abril de 2020, será a vez da Europa e da Ásia, que já repetem o mesmo sucesso de vendas, inclusive, com mudança para lugares com maior capacidade de público. Fique ligado nas atualizações das datas clicando AQUI.

Para o site The Stranger e o Connecticut Magazine, Avril explicou que acredita que interpretar essa jornada de 17 anos nos palcos deixou seus fãs muito felizes. A cantora também falou sobre as diferenças entre isso e a experiência do estúdio: “Eu senti muita falta, pois quando estou gravando um álbum me concentro na produção e, depois, fico focada na gravação dos videoclipes. Mas quando me apresento ao vivo, acaba se tornando uma versão totalmente diferente das canções. Eu nunca tinha tido uma turnê em teatro antes. Devo admitir que, tem sido, provavelmente, uma das minhas favoritas”.

Foto: Ryan Mcfadden

E não faltou catarse todas as noites, como ela contou para a RIFF Magazine: “Imaginei que eu ficaria nervosa, mas não. Me mantive muito calma e presente. É emocionante! Foi como ter saído de férias no verão, e depois ter voltado para a escola e reencontrado todos os meus amigos. Posso sentir o quanto essas músicas significam para as pessoas quando estou no palco. Outro dia, na saída do lugar do show, uma garota me disse que minhas canções a ajudaram a passar por um tratamento contra o câncer. É incrível porque é algo tão real para mim, estou tão feliz em saber que encoraja e dá força a outras pessoas”.

Lavigne se baseou nos videoclipes de Head Above Water e I Fell In Love with the Devil para compor o visual do show, pois considera que são alguns dos melhores que já fez na carreira. Ela também ajudou na criação das roupas, do design de iluminação e seleção de instrumentos: “Eu queria que o espetáculo tivesse um tema de fogo e água, fiz isso nele todo. Gostaria de poder trazer chuva e fogo de verdade, mas não foi possível. Todo esse processo foi tão significativo e especial. Quando pude assistir o resultado final, foi mágico pra caralho”.

Encarar novamente essa maratona, foi um processo provavelmente distinto do que era antes para a rainha da juventude. Em entrevista ao Pamplin Media Group, Avril comentou que já estar sentindo o peso da idade: “Quando chegamos depois dos 30 anos, já não festejamos tanto. Agora tomo apenas dois copos de vinho, não passo a noite toda bebendo como costumava fazer. Pensei que era só comigo, mas então vi que todos ao meu redor se sentem assim depois de dois drinques. Bem-vindos aos 30! Mas me sinto como uma pessoa normal, e bem melhor quando malho, quando fico saudável e tenho uma boa noite de sono”, disse rindo.

Foto: Joaquin Cabello

“Tenho que dormir e comer bem. Cortei o glúten, estou tomando suco totalmente orgânico todos os dias. Tento sempre me exercitar um pouco. Não me coloco pressão, mas há uma linha tênue porque a gente acaba não querendo descansar muito. E juro por Deus, a minha música é literalmente uma cura, não sei nem como pude passar por tudo isso, não posso acreditar que estou em turnê. Filmei o videoclipe  de Devil por 14 horas seguidas. Como que consegui?”.

Aliás, até a teoria da conspiração, na qual dizem que ela está morta e foi substituída por uma sósia, foi tópico da entrevista com o Metro Times: “É tão estranho! Eu nem sei por que as pessoas falam sobre isso, já acontecia antes de eu adoecer. Pensam que eu não sou eu! Tipo, o quão estranho é isso de alguém começar com tal história e os outros ainda conversarem sobre. Na verdade, eu nunca falo sobre isso. Por outro lado, todo mundo fica: “Ela parece igual, não envelhece”, comparando fotos minhas quando eu era mais nova. E eu: “Vocês são tão estranhos”.

Foto: Kevin Winter

Ainda com apenas 6 das 12 canções do novo disco no setlist, a canadense optou por fazer um passeio por boa parte de seus hits, estratégia emocional e nostálgica que ela considera importante por causa da forte energia que carregam: “Nos ensaios da banda, me senti muito bem cantando minhas próprias músicas. É algo que me lembra quem sou e de onde vim. Já toquei essas músicas várias e várias vezes, mas quando as canto novamente, é como se o tempo não tivesse passado.

No início, estávamos praticando muitas das novas e, revisitar os hits me faz reviver determinadas épocas, pois é dessa forma que encaro a minha vida, por ciclos de álbuns. Quando toco I Fell in Love with the Devil, sinto como se estivesse no piano da sala da minha casa, Here’s To Never Growing Up me lembra do meu último disco, quando compunha no estúdio junto das pessoas com quem trabalhei. É legal porque muitas dessas músicas são meus sucessos que já apresentei em todo o mundo. Tudo o que fiz na vida foi trabalhar, e agora vejo que todo esse esforço valeu a pena e que tenho um setlist que eu sempre quis. Quando eu era jovem, assistindo ao Green Day tocar, percebia que o set deles era forte e eu só tinha um disco! Então ficava pensando: “Um dia eu quero ter um setlist como o do Green Day”.

Além disso, como prometido, ela está tocando Breakaway, composição dela que ficou famosa na voz de Kelly Clarkson, em 2004.

Tendo o sexto disco da carreira lançado, já ficou claro para boa parte do público uma certa mudança no som de Avril Lavigne: “Tive que evoluir, mas ainda assim continuo sendo muito eu, com meu espírito e atitude. Nessa coisa do pop rock, eu não posso continuar fazendo os mesmos tipos de álbuns. Neste agora, é mais sobre a performance vocal, uma volta às raízes na sonoridade antes do Let Go. A voz da gente acaba indo para outros lugares. Realmente deixo as letras das músicas brilharem. Menos é mais quando se trata da produção. Percebi o quanto amo isso quando voltei a trabalhar, me faz tão bem”.

“A criatividade faz bem ao corpo e à mente”.

Como já comentado por ela, desta vez não houve qualquer interferência da gravadora: “Eles foram incríveis! Respeitaram a minha visão para o álbum e disseram: “Faça o disco que você precisa fazer”. Tal liberdade trouxe bons frutos para o desempenho de Head Above Water, como já era esperado pela BMG Records devido ao perfil de trabalho que adotaram na empresa. Saiba mais AQUI.

Avril e sua banda retornam aos palcos em shows em teatros icônicos nos Estados Unidos. Segundo ela, a escolha se dá por possibilitar uma atmosfera íntima e pessoal, que faz sentido nesse projeto mais sério. “É vulnerável, cru e exposto”. (Foto: Ryan Mcfadden)

Falando nessa paixão, Avril foi oficializada no mês de setembro de 2019, como uma das embaixadoras inaugurais da Fender Play Foundation, grande marca de guitarras e parceira da cantora há muitos anos. Com a honraria, ela se compromete em usar de sua plataforma para inspirar jovens de todo o planeta por meio de iniciativas com a educação musical, incluindo lançamentos surpresa de instrumentos, Meet&Greets, doações para leilões de itens pessoais autografados, dentre outras ações na direção geral do projeto. Tudo isso ao lado de Pete Wentz (Fall Out Boy), Ashley McBryde, Mike Dirnt (Green Day), Brendon Urie (Panic! At The Disco) e Chris Stapleton. Juntos, sob a ideia de que a música é uma linguagem universal, eles irão fortalecer a liberdade de expressão para aqueles que sonham em tocar, oferecendo suporte e experiências com instruções pessoais: “A Fender tem apoiado tanto a The Avril Lavigne Foundation desde a sua criação, então fiquei lisonjeada quando me pediram para fazer parte dos esforços deles de caridade. Proporcionar instrumentos para escolas e montar acampamentos para pessoas que não têm acesso à música diariamente é inspirador e ao mesmo tão necessário! Estou ansiosa para trabalhar ao lado de meus colegas artistas conselheiros promovendo aquilo que certamente será para uma vida inteira, com memórias emocionantes!”, disse a cantora para a Billboard.

Foto: Erynn Halvorson

Com seu legado na indústria já estabelecido, Avril tem tido o nome fortemente ligado a Billie Eilish, grande promessa de uma nova geração de músicos. A artista esteve presente em um dos ensaios da Head Above Water Tour. Sempre citando a canadense como inspiração #1 de seu trabalho, recentemente ela falou da emoção do novo encontro para o Entertainment Tonight: “(A foto que tiramos) não significa uma parceria, infelizmente, mas ela é incrível, me recebeu e foi tão maravilhosa, eu chorei. Perguntou se eu queria tirar uma foto e fiquei tipo: “Você está brincando?”. Foi tão engraçado porque ela tinha dois microfones brilhosos, realmente legais, um vermelho e o outro branco, e deu a ideia: “Vamos tirar a foto no palco”. Eu nem pensei isso na hora, mas depois pareceu que estávamos fazendo um show juntas. Isso seria um sonho, eu realmente quero se ela quiser. Se ela quiser, ótimo, mas se não quiser, tudo bem”, afirmou. Quem aguenta tanta fofura?  😉

Avril conta do orgulho que sente de Eilish: “É uma honra, especialmente por ser alguém tão talentosa, legal e criativa. Estamos em um momento no qual as pessoas querem o real, a sinceridade, e poder ver além das besteiras. E Billie é uma artista que é extremamente talentosa, muito ela mesma, por isso tudo está dando super certo para ela”.

 

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No bate-papo com o LA Weekly e o Bristol Observer, Lavigne destacou a importância dos fãs em sua vida: “Venho superando algo muito duro e o ‘agora’ é algo do qual tenho muito orgulho. É um show divertido e brinca com emoções diferentes. E uma coisa incrível nos meus fãs, é que eles realmente são amantes da música”.

“Tem sido tudo tão exagerado, os fãs ficam loucos! O público grita em todas as músicas”.

“Quando comecei a promover o primeiro single, eu estava pirando: “Será que vai ser difícil?”. Eu senti como se tivesse esquecido tudo, mas depois da primeira apresentação na televisão, pensei: “Ah, isso é fácil'”, disse ao The Oakland Press.

“Eu certamente sou bastante guerreira”.

Black Stars curtem show da Head Above Water Tour (Foto: Ashley Osborn)

Tal processo terapêutico também foi pauta na conversa com a 303 Magazine e o Fair Fax Times: “Neste ponto da minha vida, é ótimo não ficar tipo: “Ok, você precisa ir ao estúdio de gravação fazer um álbum”. Hoje, quando crio uma música, fico sozinha, me sento ao piano e trabalho nela até ficar pronta algum dia. Costumo trabalhar nas letras das minhas músicas tarde da noite porque acho tranquilo, sem ninguém por perto. Se estou escrevendo com outras pessoas, peço que elas entrem apenas no final do processo, se eu precisar de mais ajuda. Sempre começo criando uma progressão de acordes, seguido da letra e da melodia. Fico com isso na cabeça por algumas noites seguidas.

Amo compor, agora mais do que nunca! Tenho tido mais tempo e estou realmente disposta a investir nisso. Penso que muitas das faixas do meu passado são sobre ser uma mulher forte, se defender e acreditar em si mesma. Atualmente, é apenas a evolução do próximo nível disso. No Head Above Water, tenho Crush e Tell Me It’s Over com uma vibe meio jazz. Escuto bastante coisa desse estilo. Foi legal tentar isso porque explorei um pouco mais a minha voz, ao invés de fazer apenas melodias pop básicas. Minha música tem que evoluir. A medida que cresço, ela amadurece comigo. Mesmo ensaiando e tocando o material antigo, também soa assim. Já faz algum tempo desde que havia pisado no palco. Estava ansiosa para voltar. Eu já nasci pronta”.

Ela completou na entrevista ao SFist revelando que no HAW tudo foi do seu jeito, sem qualquer pressão, e que Goddess e Love Me Insane foram as últimas músicas que fez e escolheu para a tracklist final: “Eu estava em um bom lugar na minha vida, para poder escrever canções mais animadas. E agora também tenho um namorado, o que ajudou. Não é engraçado que, quando estamos na pior, é mais fácil criar arte? É uma merda, mas é a vida. Quando compus Head Above Water e Warrior (as primeiras do processo criativo do álbum) eu estava em um momento muito pra baixo”.

Exclusivamente em Los Angeles, Avril esteve acompanhada de uma pequena orquestra (Foto: Justin Higuchi)

O jornalista responsável pela matéria então lembrou que canções como Birdie e I Fell in Love with the Devil poderiam facilmente ser lidas como poesia. Feliz com a análise dele, Avril contou que essa era a sua intenção: “Uau, obrigada por apontar isso! Literalmente, você foi uma das poucas pessoas a me dizer isso. Sim, essas foram as duas músicas que escrevi sozinha, e se tirarmos o instrumental, parecem mesmo poesia. Para Devil, eu queria ser ousada, pintar um tipo de narrativa sombria, perigosa e mórbida de amor e vida, como se estivesse sob um feitiço. “Eu me apaixonei pelo diabo” era uma frase que eu dizia repetidamente para amigos, e então uma noite parei para registrá-la. O mesmo aconteceu com Birdie, em “Como um pássaro trancada em uma gaiola chamada amor”, era uma ideia que eu não conseguia tirar da cabeça. Meu desejo era torná-las mais interessantes, e acima de tudo letras. “Tiros de armas e rosas, faça uma poção mortal. Explosões de desgosto em movimentos imprudentes”. Eu escrevi isso para soar como poesia, e tem aliteração e rima”.

Já sobre Tell Me It’s Over, ela disse ao The Morning Call:

“(Quando a gravei) foi tipo: “Nossa! Sinto como se estivesse de volta ao coral da igreja”. Me diverti muito trabalhando nessa música. Ser capaz de cantá-la me faz sentir muito bem em explorar esse lado da minha voz”.

Foto: Erynn Halvorson

“Eu sempre me empenho bastante e coloco o meu coração em tudo o que faço. Me importo talvez mais do que deveria, mas isso significa muito para mim. As minhas músicas, os meus clipes, as coisas que digo”.

Mas em recente edição do Chicago Tribune, ela falou da dificuldade em tocar esse novo projeto ao vivo, para a tristeza de muitos fãs: “São músicas mais trabalhosas. É muito difícil lembrar os acordes, memorizá-los completamente e recordar todas as partes”.

Vale lembrar que se seguir o mesmo parâmetro das turnês anteriores, até o fim da agenda de apresentações, Avril deve modificar com frequência o setlist na estrada, com a entrada de outras músicas inéditas. No Brasil, por exemplo, ela estreou várias na Black Star Tour e The Avril Lavigne Tour. Ainda há esperança, pessoal!

“Os meus fãs estão prontos para que eu cresça e mostre diferentes lados meus, para que eu seja mais vulnerável e quebre essas barreiras (musicais). E é a hora de eu também ser aberta e explorar diferentes estilos. Indo além, me esforçando mais”.

Canções apresentadas até agora:

Head Above Water

My Happy Ending (Avril na Guitarra)

Here’s To Never Growing Up

What The Hell

Complicated

Tell Me It’s Over

It Was In Me

Warrior

Breakaway

Keep Holding On (Avril na Guitarra)

Don’t Tell Me (Avril na Guitarra)

When You’re Gone (Avril no Piano)

Girlfriend

Dumb Blonde

He Wasn’t (Avril na Guitarra)

Beverly Hills (Cover do Weezer; Avril na Bateria, Jagwar Twin -cantor de abertura da turnê- nos vocais)

Sk8er Boi

I Fell in Love With the Devil (Avril no Piano)

I’m With You

Para o mesmo jornal, ela falou da incerteza ao sair de Napanee, no Canadá, tão jovem para seguir seu sonho, que a tornou mundialmente conhecida com esses clássicos presentes no show: “Tive uma infância muito normal. Saí de casa aos 16 anos. Tinha tudo lá, mas decidi ir embora. Sim, eu abandonei o ensino médio, não tive formatura, mas também não me importava. Era uma oportunidade única na vida ter um contrato com uma gravadora. Eu ficava pensando: “Tomara que dê certo, ou estou tão ferrada!”.

E deu certo! Todo o carinho que conquistou é fruto dessa autenticidade. Falando com o The Gazette, ela reconhece que foi isso que a fez chegar em tantas casas com seu som: “Me sinto grata por ter gente que ainda está comigo depois de tanto tempo. Eu sei quem são alguns deles, os reconheço e nos falamos pelo Instagram. Tem uma garota que sempre troco mensagens”.

Ao Toronto Sun, Avril falou sobre tocar em seu país natal e artistas conterrâneos: “É ótimo! Não volto lá com muita frequência, talvez uma ou duas vezes por ano. É legal porque toda a minha família e os meus amigos de infância aparecem no show. Sempre gosto de me gabar de todo mundo que sai da área de Ontário-Toronto, especialmente. Existem tantos grandes músicos por lá. Fico muito orgulhosa, é tão bom ver isso”.

Novo espetáculo tem aproximado Avril Lavigne do público (Foto: Seth McConnell)

Na saída de todos os teatros da turnê, ela tirou fotos e deu autógrafos para os que a esperavam.

Veja alguns registros:

Curiosidade: Com o fim da etapa norte-americana da turnê, Avril Lavigne teve uma ideia para se aproximar ainda mais de seu público. Ela compartilhou um número de celular (+1 310-740-8577) para que os fãs lhe digam o que acharam dos shows e do novo álbum. Muitos SMS estão sendo respondidos. Para quem já estava pensando em floodar o “COME TO BRAZIL!!!”, atenção: O serviço não está disponível para o nosso país 🙄 Os gringos que já tentaram fazer uma ligação, deram de cara com uma gracinha da canadense (Veja AQUI): Uma gravação na qual ela começou fingindo atender o telefone. Imagina o infarto. Mulher, isso não se faz! Em seguida, Avril, imitando a caixa postal, disse que em 2019 ninguém usa mais isso, pois só se manda mensagens, hahaha. Libera o zap, mana!

Em casa: Avril, a música, o público e o palco (Foto: Ashley Osborn)

“Quando eu era mais jovem, era (uma situação muito) irritante porque as pessoas implicavam comigo por ser feroz, por ter cabelo colorido, usar delineador preto e me vestir como uma moleca. Era algo que me incomodava um pouco, mas eu agia assim: “Tanto faz!”. Sinto que, neste ponto da minha vida, muitas pessoas me conhecem pela música, estou nessa há anos. Faço isso por mim mesma, realmente não tenho que tentar me encaixar, posso ser autêntica sendo quem sou. Sinto que todo o meu trabalho é nesse sentido, tem sido o meu lema e a minha mensagem mais consistentes”.

Confira vídeos em edições multiangulo de alguns dos principais momentos do novo show. Para não perder nenhuma novidade, não esqueça de se inscrever no canal do AVRILMIDIA no YouTube clicando AQUI.

E aí, já pode começar o Come To Brazil nas redes sociais?  😀

“Eu definitivamente não queria fazer uma pausa, mas precisei, fui forçada. Ficava pensando: “Como vou ter uma vida, meu trabalho, ou algo assim?”.

No geral, eu não tinha energia alguma. No início, os sintomas se apresentam como os da gripe, e até febre. Algumas pessoas também passam a ter dores nas articulações. Com cada um é uma situação diferente. Eu simplesmente não conseguia me levantar da cama, entre muitas outras coisas”, explicou Lavigne sobre os desdobramentos da doença de Lyme. Com a nova turnê, ela poderá ampliar seus esforços na caridade auxiliando em ainda mais projetos do que já estava acostumada. E a motivação começou lá em 2002:

“Quando lancei meu primeiro disco, recebi pedidos para conhecer crianças da Make-a-Wish Foundation. Foi realmente emocionante, pois percebi: “Uau, eu posso realmente fazer a diferença na vida de alguém”, então eu queria continuar com isso. Há dez anos, comecei uma fundação para crianças doentes e pessoas com deficiências. Depois que peguei Lyme, quis também focá-la nisso”.

Um dólar de cada ingresso vendido nesta turnê, ajudará na luta pela cura e garantia do tratamento que pessoas portadoras de Lyme merecem, com o apoio da The Avril Lavigne Foundation.

“Eu acho que meus fãs cresceram comigo. Lancei muita música e fiz vários shows ao longo dos anos. Realmente dediquei o meu tempo para me conectar com eles. Esta foi a minha primeira grande pausa na carreira, mas sentia que muitos daqueles que estiveram comigo antes ainda permaneciam aqui. Talvez, este novo álbum traga novos fãs. Eu estava curiosa para ver como seria estar agora no palco, como seria o meu público. Mas já imaginava que ainda era muito jovem e divertido, com a mesma vibe, em uma mistura de pessoas de diferentes idades.

Entre as entrevistas que tenho dado, venho tentando compor as pontes das próximas músicas. Estou aqui sentada segurando o meu caderno, com umas cinco canetas na minha frente. Gosto de ficar sozinha em casa, de passar dois ou três dias indo ao estúdio durante a noite para pensar nas letras. É como se eu agora tentasse me esforçar mais ainda para escrever o melhor que eu puder”, contou Avril a South Jersey Magazine.

“Ver os rostos e sentir a energia dos fãs todas as noites era exatamente o que eu precisava. Agradeço pelo amor e a luz deles, manterei isso comigo por toda a minha vida. Estou feliz por estar conseguindo enfrentar minha batalha, porque Deus sabe que ainda tenho muita música para criar e trazer ao mundo”.

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