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Assista ao novo videoclipe de Avril Lavigne, "I Fell In Love with the Devil"

Assista ao novo videoclipe de Avril Lavigne, “I Fell In Love with the Devil”

Uma das melhores faixas do novo disco de Avril Lavigne acaba de ganhar um videoclipe! Dentre as inéditas, a canção também é a favorita da canadense, como ela mesma contou em post no Instagram, depois de surpreender os fãs com uma performance não anunciada da música no programa de James Corden...
O processo criativo de "Head Above Water", álbum que marcou o retorno de Avril Lavigne

O processo criativo de “Head Above Water”, álbum que marcou o retorno de Avril Lavigne

Head Above Water é o sexto álbum de estúdio de Avril Lavigne. Após mais de 5 anos de espera, a canadense nos presentou com 12 canções inéditas, incluindo uma parceria inesperada com Nicki Minaj na versão digital do disco, e, mais uma vez, junto de seus colaboradores, esteve à frente de todas as...

Os três primeiros discos da carreira de Avril Lavigne, definiram a imagem que o grande público tem dela até hoje. Sempre envolvida no processo criativo, a canadense é responsável pela mensagem do trabalho que oferece ao público desde os tempos de Let Go (2002). Assim, compartilhando ideias com os fãs não só através das letras, mas também na produção das canções e, claro, no visual, um grande aliado que também fortaleceu a conexão que criou com essas pessoas.

Em Under My Skin (2004), a cantora tratou de dar continuidade a algo que foi um fator essencial para o sucesso que teve em sua estreia: a autenticidade. Ao lado de colaboradores convocados pela gravadora, reuniu uma coleção de faixas que mais uma vez mostraram que ela veio para ficar, que não seria uma moda passageira na indústria.

Pela primeira vez como Produtora Executiva, com The Best Damn Thing (2007) optou pelo primeiro grande passo arriscado em sua trajetória. Embora às vezes não pareça, o som ainda trazia referências do estilo que a consagrou. A mudança mesmo veio na imagem, algo natural e que é um direito na vida de qualquer um. Não seria diferente com alguém que estava crescendo diante dos olhos do mundo inteiro. Avril não contou com nenhuma exigência direta de empresários ou produtores. Foi um disco que surgiu a partir de uma necessidade pessoal, nascendo bem longe dos olhos da equipe que a cercava. Segundo ela mesma, as pessoas só ouviram tudo praticamente pronto. “Eu o imaginei para a performance ao vivo. Tudo o que tinha em mente era correr pelo palco, interagir com o público”, disse ao Music Mix. Felizmente, deu certo. Canções nas rádios e shows lotados são alguns dos exemplos de uma era de grande êxito comercial.

Para Goodbye Lullaby, a história foi outra. Lavigne não queria repetir o que havia feito no álbum anterior, mesmo que tudo tivesse dado certo. A intenção dela era algo completamente diferente, focado em um lado mais acústico e até introspectivo, fugindo um pouco das características pop/rock esperadas por seu público. Isso resultou em conflitos nos bastidores com a RCA Records, que adiou a data de lançamento várias vezes por 2 anos.

“A maior parte do tempo na minha carreira, eles queriam que eu escrevesse outra Girlfriend. Não estavam interessados em baladas. É difícil ser uma mulher e ser ouvida e, às vezes, as pessoas não te levam a sério. Eu sou altamente intuitiva e sempre senti que sabia o que era melhor para mim, e por isso tive que encarar diferentes pessoas que me falavam: “Você precisa fazer isso assim e tem que alcançar o Top40 das canções mais tocadas”. Então, a gente acaba fazendo aquelas músicas porque precisa, mas no entanto, o melhor no disco são as demais faixas. Eu tive algumas músicas do estilo que eu realmente queria. Sempre amei o pop/rock e isso ainda é quem eu sou. Sigo orgulhosa daquelas músicas, eu as escrevi. Não era como se pessoas tivessem feito e dado para mim. Era meio que: “Ok, eu entendi. Vocês querem singles nessa direção. Beleza, trabalharei com vocês, mas preferia fazer outra coisa”. Nem sempre dá para a gente ser teimoso e fazer tudo da própria maneira” (entrevista para o The Guardian, 2019).

Para que o projeto saísse do papel, ela precisou ceder e adicionar faixas que se encaixassem na fórmula buscada por eles. Desta maneira, quebrou-se a tradição da coesão de seus discos: “Foram muitos gritos, lágrimas e frustração, mas aqui estou eu”, disse ao Access Hollywood.

Nas entrevistas que concedeu, Avril fez questão de dizer que as faixas animadas eram as únicas que lembravam o álbum anterior, pois o resto era totalmente o contrário. Ela já não se sentia respeitada dentro da gravadora: “Tentaram me fazer seguir a versão deles de como o meu disco deveria ser, algo de uma direção completamente diferente. Precisei brigar, pois isso que estou fazendo é muito especial para mim”, contou ao Digital Spy. Para a revista Maxim, disse: “Hoje, as rádios são cheias de músicas dance. Acho que eles queriam que eu fizesse algo mais parecido com isso, mas essa não é a minha visão para esse álbum”.

Sem dúvidas, um novo grupo de jovens passou a conhecer e admirar Avril Lavigne a partir daqui. Com a energia dos shows e da agenda de divulgação, What the Hell e Smile acabaram conquistando o coração dela e de grande parte de seus fãs, que tornaram esses singles verdadeiros hinos nos momentos divertidos das apresentações. Animação essa também reforçada pelos videoclipes dirigidos por Marcus Raboy e Shane Drake, que reuniram tudo aquilo de mais amado por muitos seguidores do trabalho da artista. A manobra comercial acabou agradando nesse aspecto. No entanto, isso não impediu que ela terminasse a relação profissional que tinha com o selo, em busca de maior liberdade criativa.

Uma ruptura muito clara em relação ao TBDT, Goodbye Lullaby é marcado pela forte presença do violão e do piano, que a canadense chamou de um “instrumento emocional”, que lhe “move de uma maneira diferente”. Outra prioridade era apresentá-la como uma cantora e compositora: “Normalmente, a voz fica escondida nas músicas que ouvimos. Nem sempre é possível perceber a emoção. Eu quero que a minha voz seja o instrumento principal”, escreveu em nota para os fãs no site oficial.

Avril desempenhou um papel fundamental, com ainda mais protagonismo do que antes, inclusive produzindo duas faixas sozinha: 4 Real e Goodbye: “Nunca pensei que faria isso algum dia ou que tinha essa capacidade. Ainda amo tocar, mas queria mostrar um lado diferente meu. Me forçou a aprender, a me manter mais envolvida. A música é o meu primeiro amor”. Parte das gravações aconteceram de forma espontânea no estúdio que ela tem em sua própria casa, logo depois do fim da The Best Damn Tour, em 2008. Novamente, foi a responsável por todas as composições. Max Martin, Shellback, Butch Walker, Deryck Whibley, Evan Taubenfeld, David Campbell, Josh Freese, Ted Jensen e Chris Lord-Alge são alguns dos nomes que trabalharam nas canções que formam a tracklist final.

“Algumas pessoas com quem trabalhei no passado, não ligavam muito (para as coisas que eu fazia sozinha). Ficavam tipo: “Hmmm, tanto faz. Você é uma garotinha. O que é que você sabe?”. Mas eu entendo bem como tudo aqui funciona. Duvidaram da minha capacidade antes, mas chegou um ponto que finalmente pensei: ‘Eu já estou fazendo isso!'”, se referindo a assumir mais e mais o controle da situação.

“Compus mais da metade do álbum sem coautores. Sempre trabalhei muito próxima dos meus produtores, tudo porque quando componho, tenho uma visão para a faixa. Então digo a eles o que fazer com os músicos, com o som, instrumentos e tudo mais”.

Com uma postura bem mais madura, a outra parte do 4º capítulo da carreira de Avril trouxe alguns tesouros da discografia, acompanhados por lindos arranjos e letras mais uma vez inspiradas por situações pessoais. Tudo eternizado como uma fotografia do momento no qual as músicas foram criadas. Naquele período, ela estava em meio a um divórcio.

Quando o trabalho foi lançado em março de 2011, Avril já vivia um outro momento. Provavelmente, isso proporcionou um certo distanciamento sobre aquilo que havia cantado. Em conversas com a Rolling Stone Magazine e a MTV, declarou: “Para mim, é muito fácil fazer música pop detonando garotos. Mas sentar e escrever honestamente sobre algo próximo assim, é uma coisa totalmente diferente. Estou mais velha agora, então acho que isso transparece no meu trabalho. Não é tão pop/rock, mas um pouco mais suave e profundo”.

O ensaio fotográfico realizado por Mark Liddell foi outro ponto de destaque:

Tendo como foco a música, Lavigne ainda seguiu o que planejava para a turnê. Para ela, tudo precisava ser intimista, como o disco original: “Eu adoro trabalhar desse jeito. Senti que era a hora de fazer isso!”. Com um setlist mais longo e diverso, a The Black Star Tour se tornou um dos momentos mais celebrados pelos fãs. Na carta aberta publicada no avrillavigne.com, ela explicou que o que mais queria era pegar a estrada novamente, e agradeceu a espera: “Meus fãs são muito dedicados, do tipo que permanece por perto. É sempre uma experiência incrível conhecê-los pessoalmente e ler o que me escrevem. Se eu puder dar força ao menos a uma pessoa através do que faço, isso então se torna mais especial. É tudo o que eu preciso ouvir!”.

Foto: Divulgação.

“Foi a melhor turnê que já fiz, a que mais aproveitei”, garantiu ao 680 News. Dez anos depois, isso é algo muito lindo para se lembrar, especialmente após a passagem inesquecível dela pelo Brasil, na sua primeira visita ao nosso país desde 2005.

AS CANÇÕES: 

1. Black Star: Literalmente uma canção de ninar, a abertura do disco também deu início aos espetáculos. Além disso, virou o nome do show e carinhosamente dos fãs. O título da turnê foi definido com a ajuda de alguns deles em um encontro, em 2011. Lavigne contou que para ela, as pessoas na plateia seriam como suas pequenas estrelas negras. A ideia deste termo pode ser ligada a inúmeros significados históricos. Quem sabe não tenham qualquer relação com o que Avril quis dizer, mas praticamente todos eles estão conectados a aspectos considerados especiais; elementos que oferecem uma luz que vai além dos limites da vida. Talvez ela nos enxergue como seres únicos 

2. What the Hell: Descrita por Avril como “uma mensagem de liberdade pessoal; uma canção de festa, divertida e otimista”, foi a última faixa criada para o disco.

3. Push: “Fala sobre lutar e acreditar no amor, tipo: ‘Cala a boca, vamos seguir em frente. Nós nos amamos'”.

4. Wish You Were Here: “Fiquei animada quando se tornou um single, pois é uma balada que representa o meu disco, de uma maneira mais crua. Usamos vários violões, loops, montando tudo com foco nos vocais. Definitivamente, essa música representa mais o disco que WTH. É o que parece ser o certo. Escrevi Goodbye Lullaby para mim mesma”.

A produção com Max Martin foi encomendada pela gravadora, mas mesmo assim o ambiente de trabalho e o respeito mútuo tornou a experiência muito positiva: “Ele foi muito gentil comigo. Já colaborou com tantas pessoas, é um artista muito sensível e me disse coisas que realmente significaram muito. Quando fiz o primeiro take vocal, me falou que estava honrado por eu estar lá no estúdio dele na Suécia. Me entendeu. Nós nos conectamos”.

Fan favorite e um dos momentos mais vulneráveis do álbum, a faixa ganhou um videoclipe simples e muito bonito, com direção de Dave Meyers:

5. Smile: Escolhida pelos fãs como o 2º single de divulgação. A outra opção era Push. Na letra, a artista se mostra contente por ter esse indivíduo especial em sua vida. “A oportunidade de ser feliz, de ser eu mesma com alguém em uma relação”.

6. Stop Standing There: “É sobre um cara que não tomava uma atitude, que não fazia nada. E eu ficava tipo: “Hello, você sente o que eu também sinto? Vai acontecer algo aqui?”. Mexa-se!”.

7. I Love You: “Essa é bem próxima do meu coração. Inspirada por alguém que amo bastante, por tudo aquilo que passamos juntos, por tudo o que o torna único”.

8. Everybody Hurts: “Eu me permiti ser vulnerável. Penso que é durante os momentos reais que as pessoas mais se identificam. Todos nós passamos por experiências difíceis. Daí, superamos e crescemos. A beleza da música é que está aberta para interpretações”.

9. Not Enough: “O que acontece comigo é que escrevo aquilo que canto e, portanto, levo mais tempo para lançar discos porque tenho que viver minha vida para ter inspiração”.

10. 4 Real: “Produzir torna o projeto ainda mais próximo de mim. Aprendi muito com o Deryck (Whibley) e com o meu amigo Evan (Taubenfeld). Essa música, assim como Goodbye (que também produzi) é mais simples, não é nada tão louco. Às vezes, menos é mais”, disse a artista ao Digital Spy.

No DVD que acompanha a edição deluxe do disco, a canadense detalhou o conceito da faixa: “É sobre quando uma coisa inesperada acontece entre duas pessoas, essa sensação de sermos levados por algo que não havíamos planejado. Tudo de forma muito natural, claro. Se questionando o tempo inteiro: “Ei, você está sendo verdadeiro? Pois eu estou!” Enfim, é uma loucura!”.

11. Darlin: No making of do álbum, Avril contou que essa canção é bem antiga: “Compus quando eu tinha 14 ou 15 anos, bem antes de eu ter um contrato com uma gravadora. Eu ainda morava na casa dos meus pais, no Canadá. Quando ouço essa música, consigo me ver na sala com a minha família. Lembro que a escrevi sozinha e cantei para a minha mãe. É uma canção que guardei por muito tempo até lançá-la agora, isso a torna ainda mais significativa para mim. Na época, me inspirei em coisas que eu via sendo uma jovem garota”.

Respondendo perguntas do Avril Bandaids, a canadense revelou o motivo da demora para decidir registrá-la: “Eu sempre quis gravar essa música, mas nunca ninguém me deu a chance de fazer isso”. Na Fuse TV, ela ainda disse que tentou incluí-la no Let Go: “Um dos produtores não deu a mínima”.

Para a Billboard, a cantora lembrou que foi provavelmente a 2º música que ela escreveu na vida, em Napanee, Ontário: “Eu estava tentando descobrir como tudo isso funciona”.

12. Remember When: Em agosto de 2013, no programa de rádio Bubba Show, a jornalista que entrevistava a canadense, contou que a filha dela de 8 anos havia dançado ao som dessa faixa em um recital de balé na escola. Impressionada com a escolha, a cantora ainda foi questionada sobre a inspiração do hino: “Às vezes, não é necessário dizer sobre quem ou o que uma música é. Eu gosto de deixar que as pessoas que vão ouvir interpretem da maneira delas, especialmente em canções como essa. Fico feliz que você conhece essa música. Obrigada!”.

13. Goodbye: “É uma canção muito difícil de falar, pois foi dura de cantar, de gravar. É sobre fechar um capítulo, estar aberto para o novo, encontrando forças para seguir em frente vindo de algo que era muito seguro. Senti que era apropriado colocá-la na tracklist, porque considero que é muito autêntica, honesta e pura. É uma das minhas músicas que mais significa para mim. Penso que quando a gente se sente dessa forma com relação a um assunto, que é complicado de divulgar, provavelmente é o momento certo de compartilhar”.

Para a Entertainment Weekly, disse: “É a música mais crua e vulnerável que já gravei e escrevi até agora. Inspirou o título desse meu álbum”. Em entrevista ao Access Hollywood, revelou: “Inclusive, tive muita dificuldade em cantá-la em estúdio. Não é fácil cantar quando estamos prestes a chorar! Dá até para ouvir a minha voz meio “trêmula”. Nunca vou cantá-la nos shows. Antes do lançamento, mostrei essa música para os meus amigos, as pessoas com quem trabalho, para a minha família… Todos eles também choraram! Fiquei impressionada. Estou feliz por ter incluído momentos como esse no disco”.

Em março de 2012, foi lançado um videoclipe para Goodbye como uma forma de agradecer aos fãs pelo apoio durante a era. Dirigido por Mark Liddell, foi filmado nos bastidores de uma sessão fotográfica para a Vanity Fair Italy, no famoso hotel Chateau Marmont; na Califórnia.

14. Alice: Interpretada a partir da perspectiva da personagem da história, a faixa ganhou uma das produções mais interessantes do repertório de Avril. Em 2010, ela havia perguntado ao diretor Tim Burton e aos executivos da Disney se poderia escrever uma música para o filme que iriam lançar. A versão que aparece no disco de 2011 é uma edição estendida: “Compus essa sozinha no meu piano. Literalmente batendo dos dois meus dedos nas teclas. Queria que fosse melancólica, teatral e dramática. Não foi um grande desafio, pois me identifico tanto com a Alice”.

Assista ao videoclipe também dirigido por Dave Meyers:

Se comparado aos desempenhos anteriores, Goodbye Lullaby não foi um sucesso de vendas. No entanto, não ocupar altas posições nos charts, não ganhar prêmios de destaque e nem sempre conquistar a simpatia dos (quase nunca simpáticos) críticos musicais, não torna o disco inferior aos outros da canadense. Aliás, a definição de sucesso não é uma só. A evolução apresentada no processo criativo do álbum, é a prova do cuidado que Avril tem com o próprio trabalho. No ano de 2011, isso já era bem raro na indústria.

“Eu sempre fui muito verdadeira em minhas letras. Não estou tentando escrever uma música pop perfeita, mas uma que seja honesta para mim mesma, mesmo que não faça sentido para alguém. Metade de mim é a parte mais velha, enquanto a outra é um espírito jovem e divertido. Sou uma mulher adulta, mas às vezes ainda sinto e me visto como se tivesse 19 anos. Não acho que algum dia eu vá ficar super “sofisticada”. Acredito que sempre serei assim” (entrevista para Music Mix, julho de 2009).

Com o passar do tempo, estamos percebendo que Avril tem se tornado uma artista de legado para o grande público. A situação não era essa há 10 anos, mesmo Lavigne sendo uma veterana. Cada vez mais, com a chegada de artistas da nova geração inspirados por ela, notamos um maior respeito por parte da mídia. Claro, isso é importante, mas o reconhecimento dos fãs ela sempre teve.

“Eu faço a minha própria música, então sou eu que tomo as decisões. É a minha arte, é o que faço para viver. Quando fingimos algo, não acho que as pessoas vão acreditar. Preciso ir na direção que sinto que quero. Caso contrário, estarei infeliz. Busco fazer o meu melhor e isso basta. Não importa o resultado!” (entrevista para CNN, 2011).

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